Inspeção e laudo NR-11 para talhas, pontes rolantes, monovias e guindastes. Adequação NR-35 para trabalho em altura. E Plano de Rigging com ART para içamento crítico de cargas — validação por tabela de carga, cálculo de patolas e verificação de cintas. Tudo com responsabilidade técnica do CREA-MG vinculada.
Equipamento de movimentação sem laudo. Trabalhador subindo escada sem cinturão. MTE em fiscalização. Acidente em altura. Estes cenários não dão tempo de improvisar — precisam de engenheiro mecânico responsável imediatamente.
NR-11 exige inspeção periódica com ART. Equipamento operando sem laudo expõe empresa a embargo, multa e responsabilidade civil/criminal em caso de acidente.
Manutenção em telhado, troca de lâmpada em galpão, acesso a tanque elevado — qualquer atividade acima de 2 metros exige análise de risco NR-35 e treinamento formal.
Auditor-fiscal do trabalho identificou irregularidade em movimentação ou altura. Prazo para regularização é curto — laudo, plano de adequação e ART precisam estar prontos.
Trabalhador caiu, carga despencou, cabo rompeu. Você precisa de perícia técnica imediata, laudo de causa-raiz para INSS/Justiça/seguradora e plano de não-repetição.
NR-11 trata do equipamento; NR-35 trata da operação acima de 2 metros. Atendemos cada frente isoladamente ou em pacote integrado, conforme o cenário da operação.
Inspeção técnica anual de talhas, pontes rolantes, monovias, pórticos, guindastes e elevadores de carga. Verificação estrutural, dispositivos de segurança, cabos, ganchos e operação.
Análise de risco para atividades acima de 2 metros aplicando hierarquia da NR-35: evitar a altura, eliminar o risco de queda ou minimizar consequências da queda.
Para empresas com múltiplos equipamentos e operações recorrentes em altura: programa anual com inspeções periódicas, atualização de laudos e suporte técnico contínuo.
Inspeção NR-11 e adequação NR-35 não são checklists em planilha — exigem engenheiro mecânico na vistoria, análise técnica documentada e responsabilidade formal vinculada.
Identificar equipamentos de movimentação existentes, atividades realizadas em altura, prazos da fiscalização (se houver), pontos críticos da operação. Plano de trabalho documentado.
Inspeção visual e dimensional dos equipamentos NR-11 (estrutura, cabos, ganchos, comandos, dispositivos de segurança). Mapeamento das atividades NR-35 com fotos e medidas das alturas.
Para NR-11: verificação de conformidade com NBR 10084 (estrutura-suporte), inspeção de cabos de aço (ABNT), avaliação dos dispositivos de segurança. Para NR-35: análise de risco com hierarquia (evitar/eliminar/minimizar).
Identificação das não-conformidades com priorização. Plano de ação técnico: medidas urgentes (interdição), médio prazo (manutenção corretiva), longo prazo (modernização ou projeto).
Laudo técnico por equipamento NR-11 (estrutura, conclusão, recomendações). Procedimento NR-35 com PT padrão. ART do CREA-MG vinculada. Material entregue em PDF + impresso.
Içamento que excede 90% da capacidade do guindaste, com múltiplos equipamentos, mudança de posição, ou carga de alto valor exige Plano de Rigging formalizado com ART. Não é checklist genérico — é engenharia de içamento rastreável: validação pela tabela de carga do guindaste, cálculo de reação nas patolas e pressão no solo, verificação de cintas por ângulo real, matriz de risco e croqui operacional.
Capacidade real do guindaste no raio operacional confrontada com a carga crítica. Cálculo da carga de referência (peso + moitão + acessórios + fator dinâmico) e percentual de utilização nominal — condição favorável, limite controlada ou não recomendada.
Memória de cálculo da força na sapata crítica (peso próprio + momento da carga) com envelope de reserva. Área de apoio por pranchões/dormentes e pressão média confrontada com a capacidade do solo informado.
Tração por cinta calculada para cada condição geométrica de amarração (90°, 75°, 60°, 45°...) com fator dinâmico. Leitura técnica de aceitabilidade frente à WLL efetiva — define o ângulo mínimo seguro de trabalho.
Riscos operacionais (tombamento, recalque de patola, rompimento de acessório, giro descontrolado) com causa, consequência e controle. Sequência executiva passo a passo + checklists antes/durante/após + condições obrigatórias de interrupção.
Croqui esquemático do içamento (posicionamento do guindaste, raio máximo, alinhamento do gancho ao centro de gravidade, isolamento). Registro fotográfico e ART do CREA-MG anexada ao conjunto documental.
Conforme escopo, todo serviço pode incluir um ou mais destes entregáveis. ART e responsabilidade técnica vinculam o engenheiro CREA-MG ao trabalho.
Estes cenários transformam conformidade em prevenção de embargo, multa e processo. Cada um exige ação técnica imediata com responsável habilitado.
Talha ou ponte rolante sem laudo nos últimos 12 meses já está em irregularidade — fiscalização aceita interdição imediata.
PEMT, andaime suspenso, andaime tubular: equipamento de acesso exige laudo NR-18 + NR-35 com periodicidade definida.
NR-35 exige capacitação formal de 8h + análise de risco antes de qualquer acesso acima de 2m.
Notificação ou embargo do auditor-fiscal exige resposta técnica formal em prazo curto, sob pena de multa e ação trabalhista.















Valores de partida conforme escopo. O orçamento final depende do número de equipamentos, quantidade de pontos de acesso em altura e complexidade da operação.
1 equipamento NR-11 OU 1 ponto crítico NR-35 com ART
Prazo: 5–10 dias úteis
Múltiplos equipamentos + análise de risco + plano de adequação
Prazo: 15–25 dias úteis
Conformidade contínua para planta industrial com múltiplos equipamentos
Prazo: 12 meses (contrato anual)
Após entrega do laudo, se o MTE ou auditor questionar tecnicamente o documento, prestamos esclarecimentos formais por escrito sem custo adicional durante 90 dias. Se o equipamento sofrer alteração significativa nesse período, refazemos a inspeção com desconto. Compromisso técnico vinculado, não apenas papel emitido.
Plano de Rigging (ou plano de içamento de carga) é o planejamento técnico formalizado de uma movimentação de carga com guindaste. A NR-12 (Anexo XII) o define como o documento que, por meio do estudo da carga, do guindaste e dos acessórios, determina a forma mais segura de executar o içamento.
É obrigatório / fortemente recomendado quando: a carga excede 90% da capacidade do guindaste; há múltiplos guindastes (acima de 75%); o guindaste muda de posição durante a operação; a carga é inflamável, tóxica, pressurizada ou de alto valor; ou há içamento de pessoas. Deve ser elaborado por engenheiro com CREA ativo e acompanhado de ART (Lei 6.496/1977).
O documento técnico inclui: identificação do projeto e local; dados do guindaste (capacidade, lança, raio); cargas consideradas e carga governante; validação pela tabela de carga do equipamento no raio crítico; cálculo de referência da reação nas patolas e pressão no solo (com envelope de reserva); verificação das cintas/acessórios por ângulo real de amarração; matriz de riscos operacionais; método executivo passo a passo; checklists antes/durante/após; condições obrigatórias de interrupção; croqui operacional esquemático; registro fotográfico; e ART do CREA-MG anexada ao conjunto documental.
É a mesma metodologia rastreável que aplicamos em operações reais — por exemplo, içamento de hastes metálicas de 16 t com guindaste móvel de 25 t, validado em condição limite controlada.
A NR-11 estabelece inspeção permanente dos cabos, correntes, roldanas e ganchos (item 11.1.3.1) e exige que o equipamento esteja conservado em perfeitas condições de trabalho (11.1.3).
A prática consolidada do mercado e a maioria dos contratos de seguro/auditoria adotam periodicidade anual (12 meses) para emissão de laudo formal com ART, alinhado com o que dispõem anexos específicos da norma. Equipamentos sob severidade operacional alta ou com ocorrências recentes podem ter prazo reduzido.
Escopo técnico difere por complexidade: talha elétrica ou manual isolada exige inspeção do conjunto motor + tambor + freio + cabo/corrente + gancho + dispositivos de segurança. Ponte rolante agrega a estrutura (viga principal, cabeceiras, rodas, caminho de rolamento), o sistema elétrico (painéis, botoeiras, controle), e demanda também análise da estrutura-suporte (NBR 10084 — colunas, pilares, fixações no prédio).
Preço varia em função: talha simples a partir de R$ 1.890; ponte rolante completa (com vistoria de caminho de rolamento) costuma ficar entre R$ 2.500 e R$ 4.500 dependendo do porte e altura de operação.
Linha de vida é um sistema de cabo ou trilho fixo onde o trabalhador conecta seu talabarte (cinto + corda) durante atividade em altura. Serve para limitar a distância de queda livre — se a pessoa escorregar, o sistema retém antes da queda crítica.
É obrigatória quando o trabalho em altura (acima de 2m) não pode ser evitado ou eliminado pela hierarquia da NR-35, e quando o trabalho exige movimentação horizontal do operador (telhados, passarelas, plataformas suspensas). Dimensionamento conforme NBR 16325, com pontos de ancoragem calculados, cargas máximas declaradas e ART CREA.
O treinamento NR-35 (capacitação de 8 horas para trabalhadores) é normalmente ministrado por engenheiros de segurança do trabalho ou técnicos com proficiência específica — não é o nosso serviço principal.
O que entregamos é o projeto técnico de adequação NR-35: análise de risco da operação, projeto da linha de vida ou guarda-corpo, especificação dos EPIs e EPCs adequados, procedimento operacional padrão, ART do CREA-MG. Para o treinamento dos trabalhadores, indicamos parceiros qualificados em BH ou trabalhamos junto com o SESMT do cliente.
Sim. O item 11.1.3 da NR-11 lista expressamente empilhadeiras entre os equipamentos de movimentação de materiais que devem ser calculados, construídos com segurança e conservados em perfeitas condições.
Atendemos laudo de empilhadeiras a combustão e elétricas — verificação estrutural, garfos, mastros, sistema hidráulico, dispositivos de segurança e condições gerais. Vale lembrar que a operação de empilhadeira também exige treinamento específico do operador (NR-11 item 11.1.5), normalmente ministrado por instrutor qualificado.
O item 35.4.2 da NR-35 estabelece hierarquia obrigatória de medidas: (a) evitar o trabalho em altura sempre que houver alternativa ao nível do solo; (b) eliminar o risco de queda quando não der pra evitar — usando guarda-corpo, plataforma fixa, escada com proteção; (c) minimizar as consequências da queda quando os dois primeiros não forem possíveis — usando linha de vida, cinto de segurança, talabarte.
A hierarquia importa porque fiscalização e auditoria exigem que ela seja demonstrada na análise de risco. Pular direto para o "EPI" (cinto) sem justificar por que não dá pra evitar ou eliminar é não-conformidade.
Atendimento prioritário. Quando há embargo do auditor-fiscal do trabalho, o prazo para regularizar é curto e cada dia de equipamento parado é prejuízo direto. Em casos de interdição, conseguimos vistoria em 24–48h em BH/MG e laudo provisório em até 5 dias úteis (com complementação documental em 10 dias).
Trabalhamos junto com o SESMT, RH e advogado da empresa para apresentar resposta técnica formal ao auditor — laudo + plano de adequação + ART — em prazo compatível com o termo de notificação.
Atuamos especificamente em mecânica industrial — equipamentos de movimentação, estruturas, projetos, validação, perícias. Não emitimos laudo de periculosidade ou insalubridade, que é atribuição do engenheiro ou médico do trabalho.
Quando o cliente precisa dos dois (ex: ambiente com talha + risco elétrico), indicamos parceiro de engenharia de segurança do trabalho e podemos atuar em conjunto. Cliente recebe pacote completo com ARTs separadas por responsável técnico.
Para laudo pontual e adequação completa: 50% no início (após aprovação do escopo) e 50% na entrega final do laudo + ART. Aceitamos PIX, transferência, boleto e nota fiscal de pessoa jurídica.
Para programa anual: contrato mensal ou trimestral, conforme o porte da operação. Para empresas com mais de 10 equipamentos NR-11 ou múltiplos pontos NR-35, geralmente compensa o programa anual (mais barato no acumulado e prazo previsível para auditoria).
Envie fotos dos equipamentos ou descrição da atividade em altura. Em até 24h úteis você recebe orçamento técnico estruturado com escopo, prazo e referência normativa aplicável.
Adequação NR-12 da máquina, perícia em caso de acidente, projeto de modernização do equipamento ou validação de carga máxima — combinações que cobrem 100% do parque industrial.