Engenheiro mecânico CREA-MG · 377554/D Belo Horizonte · MG · Atendimento Brasil
// Serviço 05 · NR-11 e NR-35
Share3DS Engenharia
NR-11 · NR-35 · Plano de Rigging

Mover carga com segurança. Acessar altura com responsabilidade técnica.

Inspeção e laudo NR-11 para talhas, pontes rolantes, monovias e guindastes. Adequação NR-35 para trabalho em altura. E Plano de Rigging com ART para içamento crítico de cargas — validação por tabela de carga, cálculo de patolas e verificação de cintas. Tudo com responsabilidade técnica do CREA-MG vinculada.

  • Inspeção anual conforme NR-11 item 11.1.3
  • Análise de risco NR-35 (acima de 2m)
  • Plano de Rigging com ART (NBR 16200)
  • ART do CREA-MG por equipamento
// Quando o auditor chega — ou o acidente acontece

Sinais de que NR-11 e NR-35 viraram urgência.

Equipamento de movimentação sem laudo. Trabalhador subindo escada sem cinturão. MTE em fiscalização. Acidente em altura. Estes cenários não dão tempo de improvisar — precisam de engenheiro mecânico responsável imediatamente.

Talha ou ponte rolante sem laudo anual

NR-11 exige inspeção periódica com ART. Equipamento operando sem laudo expõe empresa a embargo, multa e responsabilidade civil/criminal em caso de acidente.

Trabalho em altura sem procedimento

Manutenção em telhado, troca de lâmpada em galpão, acesso a tanque elevado — qualquer atividade acima de 2 metros exige análise de risco NR-35 e treinamento formal.

MTE notificou ou fiscalizou

Auditor-fiscal do trabalho identificou irregularidade em movimentação ou altura. Prazo para regularização é curto — laudo, plano de adequação e ART precisam estar prontos.

Acidente com queda ou içamento

Trabalhador caiu, carga despencou, cabo rompeu. Você precisa de perícia técnica imediata, laudo de causa-raiz para INSS/Justiça/seguradora e plano de não-repetição.

// Três frentes de trabalho

Duas NRs, três caminhos de solução.

NR-11 trata do equipamento; NR-35 trata da operação acima de 2 metros. Atendemos cada frente isoladamente ou em pacote integrado, conforme o cenário da operação.

Frente 01 · NR-11

Laudo de equipamentos de movimentação

Inspeção técnica anual de talhas, pontes rolantes, monovias, pórticos, guindastes e elevadores de carga. Verificação estrutural, dispositivos de segurança, cabos, ganchos e operação.

  • Inspeção visual e dimensional
  • Verificação estrutura-suporte (NBR 10084)
  • Teste operacional dos comandos
  • Laudo + ART CREA-MG
Frente 02 · NR-35

Adequação para trabalho em altura

Análise de risco para atividades acima de 2 metros aplicando hierarquia da NR-35: evitar a altura, eliminar o risco de queda ou minimizar consequências da queda.

  • Análise de risco documentada
  • Projeto de linha de vida (NBR 16325)
  • Permissão de trabalho (PT) padrão
  • Procedimento operacional + ART
Frente 03 · Programa Anual

Conformidade contínua em planta industrial

Para empresas com múltiplos equipamentos e operações recorrentes em altura: programa anual com inspeções periódicas, atualização de laudos e suporte técnico contínuo.

  • Cronograma anual de inspeções
  • Book técnico por equipamento
  • Suporte em auditorias e fiscalização
  • Reuniões periódicas técnicas
// Como entregamos

Cinco etapas. Engenheiro responsável presente em cada uma.

Inspeção NR-11 e adequação NR-35 não são checklists em planilha — exigem engenheiro mecânico na vistoria, análise técnica documentada e responsabilidade formal vinculada.

1

Levantamento de escopo 1–2 dias

Identificar equipamentos de movimentação existentes, atividades realizadas em altura, prazos da fiscalização (se houver), pontos críticos da operação. Plano de trabalho documentado.

2

Vistoria técnica presencial 1–3 dias

Inspeção visual e dimensional dos equipamentos NR-11 (estrutura, cabos, ganchos, comandos, dispositivos de segurança). Mapeamento das atividades NR-35 com fotos e medidas das alturas.

3

Análise técnica 3–7 dias

Para NR-11: verificação de conformidade com NBR 10084 (estrutura-suporte), inspeção de cabos de aço (ABNT), avaliação dos dispositivos de segurança. Para NR-35: análise de risco com hierarquia (evitar/eliminar/minimizar).

4

Plano de adequação 2–5 dias

Identificação das não-conformidades com priorização. Plano de ação técnico: medidas urgentes (interdição), médio prazo (manutenção corretiva), longo prazo (modernização ou projeto).

5

Laudo + ART 1–2 dias

Laudo técnico por equipamento NR-11 (estrutura, conclusão, recomendações). Procedimento NR-35 com PT padrão. ART do CREA-MG vinculada. Material entregue em PDF + impresso.

Talha + Linha de vida
Equipamento NR-11 sob inspeção + acesso NR-35 sob proteção
NR-11 · NBR 10084 5t NR-35 · NBR 16325 CARGA: 5 toneladas h > 2m SHARE3DS · NR-11 + NR-35
12 m
Periodicidade NR-11
2 m
Altura NR-35
3 níveis
Hierarquia risco
ART
CREA-MG
// Especialidade de destaque

Plano de Rigging para içamento crítico de cargas.

Içamento que excede 90% da capacidade do guindaste, com múltiplos equipamentos, mudança de posição, ou carga de alto valor exige Plano de Rigging formalizado com ART. Não é checklist genérico — é engenharia de içamento rastreável: validação pela tabela de carga do guindaste, cálculo de reação nas patolas e pressão no solo, verificação de cintas por ângulo real, matriz de risco e croqui operacional.

Validação pela tabela de carga

Capacidade real do guindaste no raio operacional confrontada com a carga crítica. Cálculo da carga de referência (peso + moitão + acessórios + fator dinâmico) e percentual de utilização nominal — condição favorável, limite controlada ou não recomendada.

Reação nas patolas e pressão no solo

Memória de cálculo da força na sapata crítica (peso próprio + momento da carga) com envelope de reserva. Área de apoio por pranchões/dormentes e pressão média confrontada com a capacidade do solo informado.

Verificação de cintas por ângulo real

Tração por cinta calculada para cada condição geométrica de amarração (90°, 75°, 60°, 45°...) com fator dinâmico. Leitura técnica de aceitabilidade frente à WLL efetiva — define o ângulo mínimo seguro de trabalho.

Matriz de risco + método executivo

Riscos operacionais (tombamento, recalque de patola, rompimento de acessório, giro descontrolado) com causa, consequência e controle. Sequência executiva passo a passo + checklists antes/durante/após + condições obrigatórias de interrupção.

Croqui operacional + ART vinculada

Croqui esquemático do içamento (posicionamento do guindaste, raio máximo, alinhamento do gancho ao centro de gravidade, isolamento). Registro fotográfico e ART do CREA-MG anexada ao conjunto documental.

Exemplo de validação — caso real
OperaçãoIçamento de haste
Carga crítica16,0 t
GuindasteMóvel 25 t
Raio operacional5,0 m
Capacidade no raio19,1 t
Carga de cálculo18,37 t
Utilização96,2%
Pressão no solo2,79 kgf/cm²
VereditoLIMITE CONTROLADA
Quando o Plano de Rigging é obrigatório
  • Carga que excede 90% da capacidade do guindaste
  • Içamento com múltiplos guindastes (acima de 75%)
  • Guindaste muda de posição durante a operação
  • Carga inflamável, tóxica, pressurizada ou de alto valor
  • Içamento de pessoas ou trabalho em altura na amarração
Base normativa aplicada
NR-11 NR-12 Anexo XII NR-18 NR-35 NBR 16200 NBR 15635 NBR ISO 7593
Solicitar Plano de Rigging com ART
Bloco transversal

Documentação técnica que pode acompanhar.

Conforme escopo, todo serviço pode incluir um ou mais destes entregáveis. ART e responsabilidade técnica vinculam o engenheiro CREA-MG ao trabalho.

ART Memorial de cálculo Relatório técnico Desenhos técnicos 2D Lista de materiais Arquivos CAD Parecer técnico Plano de adequação Registro fotográfico Documentação para auditoria
// Sinais de urgência

Quando NR-11 e NR-35 viram prioridade real.

Estes cenários transformam conformidade em prevenção de embargo, multa e processo. Cada um exige ação técnica imediata com responsável habilitado.

Inspeção anual vencida

Talha ou ponte rolante sem laudo nos últimos 12 meses já está em irregularidade — fiscalização aceita interdição imediata.

Plataforma elevatória sem laudo

PEMT, andaime suspenso, andaime tubular: equipamento de acesso exige laudo NR-18 + NR-35 com periodicidade definida.

Trabalhador em altura sem treinamento

NR-35 exige capacitação formal de 8h + análise de risco antes de qualquer acesso acima de 2m.

MTE notificou ou embargou

Notificação ou embargo do auditor-fiscal exige resposta técnica formal em prazo curto, sob pena de multa e ação trabalhista.

// Diferenciais Share3DS

Quatro razões para escolher quem entende as duas NRs juntas.

Quem opera ponte rolante normalmente também acessa altura. Quem trabalha em altura quase sempre lida com içamento. Atender as duas NRs em pacote único reduz custo, retrabalho e prazo de regularização.

Imparcialidade

Engenheiro independente, sem vínculo com vendedor de equipamento ou fornecedor de EPI/EPC. Laudo defendável em fiscalização e auditoria.

Norma

NR-11, NR-35, NBR 10084 (estrutura-suporte), NBR 16325 (linha de vida), NBR NM 14153 (segurança máquinas) aplicadas com rigor técnico.

Rastreabilidade

Cada equipamento com book técnico: fotos com data, medições, conclusão e ART vinculada. Auditoria encontra resposta pronta na pasta.

Cobertura dupla

Atendemos NR-11 e NR-35 no mesmo escopo de trabalho. Cliente regulariza movimentação e altura com uma única ART e equipe técnica.

Empresas que confiam na engenharia Share3DS

Saluta Saneamento
Causimec
Tera Saneamento
MTech Engenharia
Drilling do Brasil
Effluens Ambiental
MEPE Soldas e Montagem
TEMEC Fôrmas e Escoramentos
Caixa Forte Armazenamento de Água
Cantoni
Tech Service
RMLX Equipo
Prodemaq
Cimetal Montagem e Manutenção
Mascarenhas Barbosa Roscoe Construções
+ clientes sob NDA
Planos com preço transparente

Três caminhos para sair da irregularidade.

Valores de partida conforme escopo. O orçamento final depende do número de equipamentos, quantidade de pontos de acesso em altura e complexidade da operação.

Laudo Pontual

1 equipamento NR-11 OU 1 ponto crítico NR-35 com ART

a partir de
R$1.890

Prazo: 5–10 dias úteis

  • 1 vistoria presencial em BH/MG
  • Inspeção técnica documentada
  • Registro fotográfico
  • Laudo técnico (10–15 págs)
  • ART CREA-MG inclusa
Solicitar orçamento
Programa Anual

Conformidade contínua para planta industrial com múltiplos equipamentos

sob consulta
a partir de R$15mil

Prazo: 12 meses (contrato anual)

  • Tudo do plano Adequação
  • Cronograma anual de inspeções
  • Book técnico por equipamento
  • Reuniões técnicas trimestrais
  • Suporte em fiscalização ilimitado
  • Renovação automática ARTs
Conversar com engenheiro

Suporte em fiscalização incluso por 90 dias

Após entrega do laudo, se o MTE ou auditor questionar tecnicamente o documento, prestamos esclarecimentos formais por escrito sem custo adicional durante 90 dias. Se o equipamento sofrer alteração significativa nesse período, refazemos a inspeção com desconto. Compromisso técnico vinculado, não apenas papel emitido.

// Dúvidas frequentes

Perguntas que aparecem antes do orçamento.

O que é Plano de Rigging e quando ele é obrigatório?

Plano de Rigging (ou plano de içamento de carga) é o planejamento técnico formalizado de uma movimentação de carga com guindaste. A NR-12 (Anexo XII) o define como o documento que, por meio do estudo da carga, do guindaste e dos acessórios, determina a forma mais segura de executar o içamento.

É obrigatório / fortemente recomendado quando: a carga excede 90% da capacidade do guindaste; há múltiplos guindastes (acima de 75%); o guindaste muda de posição durante a operação; a carga é inflamável, tóxica, pressurizada ou de alto valor; ou há içamento de pessoas. Deve ser elaborado por engenheiro com CREA ativo e acompanhado de ART (Lei 6.496/1977).

O que entra no Plano de Rigging que vocês entregam?

O documento técnico inclui: identificação do projeto e local; dados do guindaste (capacidade, lança, raio); cargas consideradas e carga governante; validação pela tabela de carga do equipamento no raio crítico; cálculo de referência da reação nas patolas e pressão no solo (com envelope de reserva); verificação das cintas/acessórios por ângulo real de amarração; matriz de riscos operacionais; método executivo passo a passo; checklists antes/durante/após; condições obrigatórias de interrupção; croqui operacional esquemático; registro fotográfico; e ART do CREA-MG anexada ao conjunto documental.

É a mesma metodologia rastreável que aplicamos em operações reais — por exemplo, içamento de hastes metálicas de 16 t com guindaste móvel de 25 t, validado em condição limite controlada.

Qual a periodicidade obrigatória do laudo NR-11?

A NR-11 estabelece inspeção permanente dos cabos, correntes, roldanas e ganchos (item 11.1.3.1) e exige que o equipamento esteja conservado em perfeitas condições de trabalho (11.1.3).

A prática consolidada do mercado e a maioria dos contratos de seguro/auditoria adotam periodicidade anual (12 meses) para emissão de laudo formal com ART, alinhado com o que dispõem anexos específicos da norma. Equipamentos sob severidade operacional alta ou com ocorrências recentes podem ter prazo reduzido.

Qual a diferença entre laudo de talha e laudo de ponte rolante?

Escopo técnico difere por complexidade: talha elétrica ou manual isolada exige inspeção do conjunto motor + tambor + freio + cabo/corrente + gancho + dispositivos de segurança. Ponte rolante agrega a estrutura (viga principal, cabeceiras, rodas, caminho de rolamento), o sistema elétrico (painéis, botoeiras, controle), e demanda também análise da estrutura-suporte (NBR 10084 — colunas, pilares, fixações no prédio).

Preço varia em função: talha simples a partir de R$ 1.890; ponte rolante completa (com vistoria de caminho de rolamento) costuma ficar entre R$ 2.500 e R$ 4.500 dependendo do porte e altura de operação.

O que é "linha de vida" e quando ela é obrigatória?

Linha de vida é um sistema de cabo ou trilho fixo onde o trabalhador conecta seu talabarte (cinto + corda) durante atividade em altura. Serve para limitar a distância de queda livre — se a pessoa escorregar, o sistema retém antes da queda crítica.

É obrigatória quando o trabalho em altura (acima de 2m) não pode ser evitado ou eliminado pela hierarquia da NR-35, e quando o trabalho exige movimentação horizontal do operador (telhados, passarelas, plataformas suspensas). Dimensionamento conforme NBR 16325, com pontos de ancoragem calculados, cargas máximas declaradas e ART CREA.

Vocês fazem o treinamento NR-35 também?

O treinamento NR-35 (capacitação de 8 horas para trabalhadores) é normalmente ministrado por engenheiros de segurança do trabalho ou técnicos com proficiência específica — não é o nosso serviço principal.

O que entregamos é o projeto técnico de adequação NR-35: análise de risco da operação, projeto da linha de vida ou guarda-corpo, especificação dos EPIs e EPCs adequados, procedimento operacional padrão, ART do CREA-MG. Para o treinamento dos trabalhadores, indicamos parceiros qualificados em BH ou trabalhamos junto com o SESMT do cliente.

Empilhadeira entra na NR-11?

Sim. O item 11.1.3 da NR-11 lista expressamente empilhadeiras entre os equipamentos de movimentação de materiais que devem ser calculados, construídos com segurança e conservados em perfeitas condições.

Atendemos laudo de empilhadeiras a combustão e elétricas — verificação estrutural, garfos, mastros, sistema hidráulico, dispositivos de segurança e condições gerais. Vale lembrar que a operação de empilhadeira também exige treinamento específico do operador (NR-11 item 11.1.5), normalmente ministrado por instrutor qualificado.

Qual é a hierarquia da NR-35 e por que ela importa?

O item 35.4.2 da NR-35 estabelece hierarquia obrigatória de medidas: (a) evitar o trabalho em altura sempre que houver alternativa ao nível do solo; (b) eliminar o risco de queda quando não der pra evitar — usando guarda-corpo, plataforma fixa, escada com proteção; (c) minimizar as consequências da queda quando os dois primeiros não forem possíveis — usando linha de vida, cinto de segurança, talabarte.

A hierarquia importa porque fiscalização e auditoria exigem que ela seja demonstrada na análise de risco. Pular direto para o "EPI" (cinto) sem justificar por que não dá pra evitar ou eliminar é não-conformidade.

E se o MTE já interditou meu equipamento?

Atendimento prioritário. Quando há embargo do auditor-fiscal do trabalho, o prazo para regularizar é curto e cada dia de equipamento parado é prejuízo direto. Em casos de interdição, conseguimos vistoria em 24–48h em BH/MG e laudo provisório em até 5 dias úteis (com complementação documental em 10 dias).

Trabalhamos junto com o SESMT, RH e advogado da empresa para apresentar resposta técnica formal ao auditor — laudo + plano de adequação + ART — em prazo compatível com o termo de notificação.

Vocês trabalham com periculosidade ou só com mecânica?

Atuamos especificamente em mecânica industrial — equipamentos de movimentação, estruturas, projetos, validação, perícias. Não emitimos laudo de periculosidade ou insalubridade, que é atribuição do engenheiro ou médico do trabalho.

Quando o cliente precisa dos dois (ex: ambiente com talha + risco elétrico), indicamos parceiro de engenharia de segurança do trabalho e podemos atuar em conjunto. Cliente recebe pacote completo com ARTs separadas por responsável técnico.

Como funciona o pagamento?

Para laudo pontual e adequação completa: 50% no início (após aprovação do escopo) e 50% na entrega final do laudo + ART. Aceitamos PIX, transferência, boleto e nota fiscal de pessoa jurídica.

Para programa anual: contrato mensal ou trimestral, conforme o porte da operação. Para empresas com mais de 10 equipamentos NR-11 ou múltiplos pontos NR-35, geralmente compensa o programa anual (mais barato no acumulado e prazo previsível para auditoria).

Tem equipamento de movimentação sem laudo ou trabalho em altura sem procedimento?

Envie fotos dos equipamentos ou descrição da atividade em altura. Em até 24h úteis você recebe orçamento técnico estruturado com escopo, prazo e referência normativa aplicável.

NR-11 e NR-35 são parte de um pacote maior.

Adequação NR-12 da máquina, perícia em caso de acidente, projeto de modernização do equipamento ou validação de carga máxima — combinações que cobrem 100% do parque industrial.